natalina foi às compras

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Sem título

 

Sintam a estrada de qualquer fruta

e em todos os signos

Temor à cegueira que não se afasta

Um café e alguma fumaça

Quando a espera é inútil?

Nesta grota acumulam-se números

O pulso do constrangimento é incolor

E nele flutuam dúvidas,

débito e agressão

Quem se afoga no interior de desculpas?

Pretensa tempestade alivia o pesar,

acarinhando mãos e se esquecendo

[do que restou]

Miséria, fantoche do circo de Ramires

 

 

aguardando algo sem saber muito bem o que poderia surgir… veio a ideia pro poeminha.

engraçado como o tietê, a rodoviária, fica com um ar sentimental durante as festividades de final de ano. todos sorriem mais coisa e tal. e vendo as pessoas com tantos pacotes o capitalismo me pegou em cheio ontem. eu não havia comprado nada pra mim, então arrebanhei um cabo usb pro celular novo mais pedra para o que não é zippo.

 

snakebites

Sobre eudoras
Eudora continua (tentando) rumar à leste...

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