sal, sal, sal!

Mostre-me um estudante de Ciências Sociais que não tenha uma ponta de inveja do que viveram os seus professores e saberemos até onde pode ir uma mentira. A ímpar revolução coletiva e individual dos anos 1960’s ainda ressoam. Lembro-me das minhas passeatas secundaristas com menos orgulho do que as que ocorreram durante a graduação, talvez em função do alcance (das reivindicações e da atenção midática), das palavras de ordem e do embate com a PM. Hoje observo com algum romantismo e certo saudosismo. Qual o motivo da apatia da geração atual? Não houve renovação do movimento estudantil? Sério? Bem, na Itália a coisa tá fervendo em função da diminuição de verbas para a educação e, consequentemente, a redução de vagas para os universitários. E lá eles ainda estão coloridos e bem preparados (jamais me esquecerei da Paulista de 2000, do gás pimenta e do modess sendo usado da maneira mais original possível).

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Por que nunca pensamos no capacete como item obrigatório de passeatas? Ah, esses italianos!

 

sapcer

snakebites

Sobre eudoras
Eudora continua (tentando) rumar à leste...

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