Preconceitos visuais e auditivos – vol. II

Não conheço vivente algum que não possua uma, duas ou mil vergonhas musicais. Eu sequer sei a quantidade das minhas…  Muito menos sei da possibilidade de mensurar algo assim. De qualquer forma, meus amigos de caráter musical mais pop acham meu ouvido excessivamente roqueiro, já para os roqueiros de plantão sou uma traidora da raça. Nesse limbo esquisito vou vivendo…

Em 2010 decidi deixar as vergonhas em casa, o meu cantarolar ou execução de passinhos em plena via pública estava começando a ficar embaraçoso, não combinava muito com a pretensa adultice que eu deveria incorporar.

Solução? Resolvi deixar minha playlist mais sóbria. Por um lado foi ótimo, passei a conhecer novas sonoridades e anulei possíveis constrangimentos sistêmicos. Todavia, nas viagens para sampa (especialmente nas viagens para sampa) eu ficava entediada com tanta sobriedade. E, diacho (ou seja, causodiquê?), o paulistano não tem tempo para ficar vendo quem tá alucinando com música, muito menos eu trombaria com algum professor, certo? Darei sopa pro azar!

https://www.youtube.com/watch?v=QtxlCsVKkvY

snakebites

Sobre eudoras
Eudora continua (tentando) rumar à leste...

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