Bonecão de Olinda’s Special

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Li nalgum site de música que “Macaco Bong” deveria ser escutado e compartilhado. Baixei o álbum “Artista igual pedreiro” e não me apaixonei pelo som porque – como tantos outros discos – demorei horrores para escutar. Entretanto, ontem a Bonecão de Olinda retificou minha posição: “Escute porque é bom demais!”. É a mesma amiga que me apresentou Portishead. E sem desconfiança coloquei o som pros meus vizinhos ficarem um pouco mais irritados comigo. Macaco Bong é um power trio de Cuiabá que faz um rock instrumental psicodélico de primeira linha. Compartilho abaixo com vocês! Aproveitem!

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Para conhecer um pouco mais o pessoal do Macaco Bong: http://www.myspace.com/macacobong

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E no papo de música continuaremos nosso blah-blah-blah. Acredito que na adolescência eu curtia uma ou duas músicas do Faith No More e quem diria que um dia eu gostaria daquele escroque do Mike Patton?  Pois é, o danado resolveu fazer um álbum de música italiana. Hm, direi a verdade: baixei somente por curiosidade, pensando em como ele estragaria algumas pérolas da terra da bota. Ledo engano! Mondo Cane é pra vovó, titio e pra você, camarada rocker sem preconceitos!

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Caso você queira saber um pouquinho sobre os caminhos do vocalista do FNM para fazer algo tão especial: http://www.revistaogrito.com/page/blog/2010/07/04/critica-mike-patton-mondo-cane/

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snakebites

Sobre eudoras
Eudora continua (tentando) rumar à leste...

2 Responses to Bonecão de Olinda’s Special

  1. Ben Hazrael disse:

    Macaco Bong é uma sonzeira de primeira qualidade! Tem um vídeo deles tirando “drain you/stay away” do Nirvana que é coisa primorosa!!!

  2. BloodyMary disse:

    Assino em baixo de tudo o que você escreveu.
    Quer dizer, de quase tudo, afinal sempre fui fã do estranho Patton, mesmo antes de seu ingresso no Faith no More. A coragem com que ele enveredou por sonoridades tão distintas sempre atraiu minha atenção. A competência com que ele fez isso, conquistou minha admiração. Entendo que a imprevisibilidade de sua obra dificulte o acesso ao seu trabalho pois, afinal, de qual Mike Patton falamos: do avantgarde, do barulhento, do hitmaker, do alternativo ou do crooner? Mas tudo bem – esse é o preço por obedecer unicamente à sua (dele, no caso) vontade.
    Sobre a Macaco Bong também fiquei espantada! Tanta qualidade, influências e referências numa única banda! E que pouco se fala por aqui! O som é técnico sem perder o feeling. É instrumental sem ser maçante. É explosivo sem ser clichê. Demais!
    Parabéns pela postagem, pelo blog e pelo universo musical explorado aqui.
    Até mais.

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